2009/12/06

studio homage pic


Going to move to other studio. Thought about paying homage to the studio with a pic. On the easel the painting "Vania" while in process a few weeks ago, on the desk all a I need for a day`s work: PC, bottle of water, cigarettes (politically incorrect I know, but what can I do? And don`t tell me: quit).
The new studio has some characteristics I really need like no humidity as opposed to the one I´ve been working at, that is literally three meters away from the river. Some of the panels were wharping and that is a serious problem as any painter would know. Also has air conditioning wich will stop the hell I go thru every summer when temperature can easiliy reach 40ºC/100ºF for three or four months (I´m 43, damn it, and Im starting to feel it). But most of all I`ll be paying NO rent on this one and that`s unbeatable:))).

2009/11/27

on the easel


Leila. Oil on wood. Life size.
Still a lot to do (click image to enlarge). Face is almost ready, have to go to neck, finish the hand, shoulders and the ponytail. I´ll post the finished piece on the website. Ah, and a few brushstrokes on the shirt...

2009/11/26

salvador


Salvador. Oil on canvas.
Painted this one some three years ago in class while learning at Fernando Grade`s studio.
It`s one of the pieces I want to display on the site that I`m doing now. The site should be ready soon yet I dont want to rush it (not that is a complicated thing) and in the meantime thought about posting it here.
The picture is not good quality and I want to shoot a good one later.

2009/11/24

ele há pessoas...

Recentemente fiz um site para uma pessoa minha conhecida. Cobrei-lhe apenas um valor significativo (muito significativo!), que não dava sequer para jantar num restaurante decente, por razões que agora não interessam assim como a identidade da pessoa em questão. Cerca de um mês depois aparece-me no atelier a dizer que queria fazer umas alterações. Logo um mêzinho depois! Respondi-lhe que agora não tinha tempo porque estava a trabalhar nos quadros para a exposição. Amuou e passado uns dias disse-me, por sms, que queria desligá-lo da net. Não respondi porque achei que o amuanço passava. Importa frisar que não sou web designer, sou um curioso que consegue fazer algumas coisas. Em primeiro lugar sou e sempre serei artista plástico.

De qualquer modo vou transcrever a troca de "sms" entre ele e eu quando ele voltou á carga e depois de desatar o burro.

ele: "ok nuno, quando é q podemos encontrar p fazer alterações?"
eu: "conforme te disse por duas vezes a partir de 4 dezembro"

-três dias depois-
ele: "olá nuno queria dizer-te que não tenho qualquer interesse no meu web site. desliga-o da net amanha ou terça passo no atelier para me devolveres os cd`s. obrigado xxxxx"
eu: não respondi. ocupa tanto tempo desligá-lo como mudar uma foto...não fiz nada. Também ainda não percebi se aquela coisa de "ou passo na terça a apanhar os cd`s" é uma ameaça ou qualquer coisa no género.

-dois dias depois-
ele: "(...)rigado"
eu: não respondi e ainda não percebi a mensagem mas...

-um dia depois-
ele:"nuno leva os cd`s para o atelier q eu passo lá a apanhá-los"
eu: nada...

-um dia depois-
ele:"quando é que disseste que podias fazer as alterações?"
eu: não disse nada é claro, neste ponto da situação já estou um bocado para o desesperado e o melhor é remeter-me ao silêncio; da maneira que este gajo muda de opinião é melhor deixar andar mas fónix!!!!

-um dia depois-
ele passa em frente ao atelier com as mãos na cabeça, vê-me, eu vejo-o mas continua com as mãos na cabeça rua acima.

-dois ou três dias depois-
ele: "oi nuno. melhor vou ficar com o site. mas antes do natal tratamos das alterações ok? abraço xxxxx"
eu: não respondi...mas fico a matutar na sms dele quando ele diz "melhor"...melhor para quem??? Neste momento aguardo novos desenvolvimentos a este tema. Com medo.

ana andré


Ana André. Guess...charcoal and white chalk hit the toned paper again. There is some difference in the color of the drawings displayed on previous posts. The other ones (self portrait and João Viegas) are drawn on dreadnought grey card and this one is azzure blue. They are both made by Canford Card. I like to get the A1 size so that I can divide in two. Also like to use the 300g sheet. It`s absolutely flat and picks up the charcoal perfectly. Tried other cards but none worked quite as well as this one. Cant wait to get it here in Portugal and have to stop going around asking friends either to buy it in London or ship it to me from the US.:)

2009/11/22

blogger again...

Here I am in blogger again. Not wanting to write an exhaustive text let me just say that after having created blogs on different spots it seems that I always end up using Blogger. It is equally viewed in any browser and that`s the end of discussion.
Hope you keep coming back here.
Cheers,
Nuno.

kristina ostapenko


Oil on wood. Life size. Getting close to finish...if it ever is going to be finished.

2009/10/16

kristina ostapenko


Kristina. Oil on wood panel. Life size.
Still in process. This photo was taken about three weeks ago. In the meantime I changed the background to a more neutral one. Want to give the texture and the look of the local typical building walls too.

2009/10/15

manuel baptista


Manuel Baptista. Pastel, charcoal and white chalk on toned paper.
I wish I could take a decent photo...

2009/09/06

joão viegas


João Viegas. Pastel, charcoal and white chalk. Life size.

2009/09/02

self-portrait


Self-portrait. Pastel, charcoal and white chalk. Life size.

2009/07/04

workshop

Curso de Verão com David Kassan até 10 de Julho.

2009/04/27

prólogo (colectiva de desenho)

Ana André, António Sena, Catarina Rosa, Cristina Robalo, Diogo Pimentão, Gil Amorous, Isabel Baraona, João Queiroz, Jorge Queiroz, Manuel Baptista, Maria José Oliveira, Marta Caldas, Nuno Lorena, Paulo Serra, Tatiana Amaral e Thierry Simões.
Organização:
Câmara Municipal de Vila Real de Stº.António
Artadentro — Arte Contemporânea
No Arquivo Histórico Municipal de V.R. de Sto. António de 30/04 a 30/05.

2008/12/29

o museu de arte contemporânea em faro

Os 21 anos de vida que já levo em Faro, levam-me a levantar certas reservas, pessoais, em relação ao rumo da cidade. Após este período de tempo posso, hoje em dia, observar os resultados de uma construção civil que cresceu como cresceu, uma cidade cada vez mais entalada, geograficamente, entre instituições administrativas que a espartilham burocraticamente ao ponto de se tornar mais fácil descrever e enumerar o que não se pode fazer do que aquilo que se pode. Enfim, características das duas ultimas décadas, até mesmo de alguma contemporaneidade, que a par de outras, conferiram a Faro o atraso cultural e económico que lhe é reconhecido com o inevitável impacto que está à vista de todos. E sentido por todos.
A urgência de que estão revestidas as medidas que permitam inverter este rumo estão, e acreditem que não digo isto com leviandade ou ingenuidade, apenas dependentes de visão e vontade. À luz daquilo que tem sido dado a saber nos últimos meses Faro está, aparentemente, a dar o primeiro passo duma difícil caminhada que pode significar a recuperação do estatuto de credibilidade que merece e que tem que ter, com a criação de um Museu de Arte Contemporânea. Não vou entrar em lugares-comuns como a crítica pela positiva ou pela negativa, ou o elogio fácil. Vou deixar, no entanto, algumas considerações que considero importantes tecer, no que diz respeito a este assunto:
1º- A criação deste Museu vai levantar, ou já está a levantar, contra si os Adamastores do costume que os tempos futuros vão, certa e naturalmente, calar e remeter ao lugar que merecem.
2º- Os mais cépticos podem, e devem, observar exemplos recentes de cidades que estavam económica, cultural e socialmente à beira do colapso e que ressuscitaram por causa de projectos desta natureza.
3º- Como é sabido e já foi dito até aqui na Defesa De Faro o turismo que procura praia e sol pertencem ao passado. O turista actual, de acordo com os estudos, procura a vida cultural e social local que deve ser activa e constante (leia-se não sazonal).
4º- A comunidade local, onde se incluem os naturais da cidade, os seus residentes e os estudantes, estes últimos na qualidade de uma população flutuante de número significativo, merecem tal Museu para a sua educação e formação pessoal e profissional.
5º- É de realçar que esta medida parece estar a ser conduzida, no sentido da criação do modelo empresarial e de consequente gestão, com o bom senso que certos exemplos do passado recente mandam acautelar.
Na esperança que tenham passado um Bom Natal e com os votos que 2009 nos cumpra os nossos desejos.

2008/11/14

"Um Cão, Um Morto e Um Aborto Para o Negócio"

O texto que vou transcrever foi publicado num suplemento do Diário de Notícias, já há uns tempos atrás e foi escrito pelo jornalista Nuno Cunha. É uma belissima reflexão sobre o estado da Arte e é escusado dizer que subscrevo-o na íntegra. Aproveito para dizer que o título deste post é o título deste texto tal e qual como foi publicado. Sendo assim:
”O artista alemão Gregor Schneider procura um voluntário com uma doença terminal para transformar a sua morte numa performance, a patentear ao público; Aliza Shvarts, aluna de Belas Artes da universidade de Yale, quer mostrar vídeos de abortos a que se submeteu voluntáriamente, a partir de inseminações artificiais ao longo de nove meses, provocando a interrupção da gravidez com recurso a fármacos; ambos depois do caso Habacuc (…). Os três casos agitam (e indignam) o mundo, afirmando-se como propostas que procuram quebrar alguns dos últimos tabus da sociedade contemporânea.
Os três exemplos recentes inserem-se no extremo de um percurso da arte em que continuadamente se repetiu uma mesma fórmula, tornada baluarte fundamental do êxito comercial dos artistas contemporâneos: criação de tensão, acompanhada da anestesia dos públicos, seguida de nova tensão. É um contínuo fluxo de dependência da novidade, que desde os vanguardistas se apresenta como um limiar de um novo paradigma, alvo de uma procura constante e sempre inatingida, mas que tem garantido a manutenção de um sistema onde os museus e centros culturais ganham em audiência e as galerias e os “grandes” artistas do sistema ganham em negócio.
Trata-se, no entanto, do falso posicionamento no umbral de um novo modelo, numa espécie de promessa quase diária de “agora é que é” a arrastar-se desde há quase um século, só possível pela existência de uma autoridade adulterada constituída em torno do fenómeno artístico, formada essencialmente por críticos, curadores, galeristas e grandes coleccionadores.
São obras geradoras de polémica, em que a indignação colectiva é o grande motor da curiosidade, apanágio de gosto fácil dos públicos que sustentam o fenómeno mercantilista da arte contemporânea, gerador das muito procuradas audiências com que se degladiam as grandes instituições culturais, que por seu lado sustentam e dão valia a manifestações que depois ninguém ousa pôr em causa.
A confusão entre a necessidade de chocar, de fazer espectáculo com recurso ao fácil ou ao exagero da escala, por um lado, e a criação de novos modelos de sensações, que dão acesso a novas experiências do sensível, em que se recorre á obra como veículo de comunicação, por outro, suporta a estrutura vigente, num território que nem sempre é da arte, controlado pelas rentáveis bolsas alternativas.
Ao artista que acede aos territórios mínimos da consagração é exigido um estado de vigília constante ao processo, imposto por um medo permanente da perca do reconhecimento que lhe garanta o desenvolvimento da sua visibilidade, e as fórmulas que repete daí em diante mais não visam do que o exercício de surfista que lhe garante a sua manutenção na crista da onda.
Este é o quadro: estamos no falso limiar de um novo paradigma há quase um século e não há uma autoridade que faça a destrinça entre Obra e obra.”

2008/11/07

professor louro


Um quadro meu, o retrato do Prof. Louro, fez a capa do suplemento cultural "S" do jornal "Postal do Algarve". O suplemento é da autoria do Salvador Santos que tem vindo a desenvolver um belíssimo trabalho á frente deste projecto. Merecer a confiança dele e da sua equipa e contribuir com o meu trabalho é algo que me deixa sem dúvida, honrado.

2008/11/03

semana dos artistas


Começa na semana que vem a "Semana dos Artistas" onde vou ter um desenho exposto. Vai ser o "C+I", que com a boa vontade da dona dele vai assim poder ser pendurado na exposição de pintura e desenho. Durante a semana toda que vem. A não perder este já clássico da agenda cultural do sul do país.